“Gil” teria sido assassinado com um cabo de vassoura enfiado em seu pescoço|G. Ferreira/arquivo“Gil” teria sido assassinado com um cabo de vassoura enfiado em seu pescoço|G. Ferreira/arquivo

Foi encontrado morto, no Presídio São Luís 3 (PSL 3), unidade do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, o detento Giheliton de Jesus Santos Silva, o “Gil”, no fim da tarde desta segunda-feira (13). Ele, que foi apontado como um dos líderes dos ataques a ônibus registrados em 2014 na capital, teria sido assassinado com um cabo de vassoura enfiado em seu corpo.

“Gil”, conforme acompanhou o Jornal Pequeno no início de 2014, foi um dos presos que deu o “salve” para que ônibus fossem queimados e delegacias metralhadas, em janeiro daquele ano, o que de fato aconteceu, em uma onda de terror que assolou a região metropolitana. No referido período, a pequena Ana Clara Santos Sousa, então com 6 anos, morreu em consequências dos atentados, após ter sofrido queimaduras em quase 95% do corpo.

O detento, assim como outros quinze presidiários, pertencentes à facção Bonde dos 40, tinha sido transferido, logo depois às ações criminosas, do Complexo Penitenciário de Pedrinhas a um presídio federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul (MS), por terem sido indiciados como os mentores dos ataques. Um ano depois, retornou à capital maranhense, acompanhado dos demais.

Giheliton havia sido preso no Terminal Rodoviário do Pará, juntamente com Alan Kardec Dias Mota, considerados idealizadores do Bonde dos 40. (Nelson Melo)